Eleições gerais no Brasil em 2010
As eleições gerais brasileiras de 2010 serão
realizadas em 3 de outubro. Nesta
eleição, serão escolhidos por *sufrágio
universal o novo presidente da República, os
governadores dos 26
estados (e do Distrito
Federal) e os representantes da população nas Assembleias
Legislativas, na Câmara
dos Deputados, no Senado
Federal.. Caso nenhum dos candidatos a cargos no Executivo – presidente e
governadores – conseguirem mais de 50% dos votos válidos, um segundo turno será
realizado no dia 31
de outubro.
·
É o
direito de voto, a todos os indivíduos considerados intelectualmente maduros
(em geral os adultos).
Presidente
Em 3 de outubro de 2010, os
cidadãos brasileiros aptos a votar elegerão o sucessor do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores. Se nenhum dos candidatos receber mais do que
a metade dos votos válidos, um segundo turno será realizado em 31 de
outubro.[2] De acordo com a Constituição, o presidente é eleito diretamente pelo povo para um mandato de quatro
anos, podendo ser reeleito para mais um mandato. Lula não pode mais ser
candidato, uma vez que foi eleito em 2002 e reeleito em 2006.[3] Esta será a primeira vez desde o pleito de 1989 em que ele não será candidato à presidência.[4]
Ao todo, são
nove os candidatos à eleição presidencial:
Governadores
Os cidadãos de todos os 26 estados brasileiros e do Distrito Federal
irão eleger seus governadores em 2010. Assim como na disputa presidencial, se
nenhum dos candidatos receber mais da metade dos votos
válidos, um segundo turno irá ocorrer no dia 31 de outubro de 2010. De acordo
com a constituição, um governador é eleito diretamente para um mandato de
quatro anos, com o limite de dois mandatos. Assim sendo, Aécio
Neves (Minas
Gerais), Alcides
Rodrigues (Goiás), Blairo Maggi (Mato Grosso), Eduardo
Braga (Amazonas), Ivo Cassol (Rondônia), Luiz Henrique da Silveira (Santa Catarina), Marcelo Miranda (Tocantins), Paulo
Hartung (Espírito Santo), Roberto Requião (Paraná), Waldez
Góes (Amapá), Wilma de Faria (Rio Grande do Norte) e Wellington Dias (Piauí), todos eleitos em 2002 e reeleitos em 2006, não poderão concorrer.
Após seu envolvimento num escândalo de corrupção no final de 2009, seguido de
sua saída do Democratas, o
governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda também se tornou inelegível, uma vez que a legislação eleitoral requer
a filiação partidária dos interessados em concorrer a um cargo eletivo por pelo
menos um ano antes da data prevista da eleição.[5]
Senado Federal
Cinquenta e quatro das oitenta e uma cadeiras do Senado Federal estarão
em disputa em 3 de outubro de 2010. De acordo com a
Constituição, os senadores são eleitos diretamente para um mandato de oito
anos, sendo permitidas reeleições sucessivas sem limite. Alternadamente, um
terço (27) e dois terços (54) dos assentos são colocados em disputa a cada
quatro anos. Em 2006, um terço dos assentos foram colocados
em disputa e, assim sendo, em 2010 serão dois terços. Como cada estado tem
direito a três assentos, em 2010 serão eleitos dois senadores por estado.
Câmara dos Deputados
Todos os 513 assentos da Câmara dos Deputados serão colocados em disputa
em 3 de outubro de 2010. De acordo com a Constituição,
os deputados federais são eleitos para um mandato de quatro anos, permitidas
reeleições sucessivas sem limite. Cada estado tem direito a um número diferente
de deputados federais, dependendo de seu número de habitantes.
Assembleias Legislativas
Todos assentos das 26 Assembleias Legislativas (e da Câmara Legislativa do Distrito
Federal) serão disputados em 3 de
outubro de 2010. De acordo com a Constituição, o legislativo estadual, ao contrário do federal, é um poder unicameral, cujos membros – os deputados estaduais ou distritais (no Distrito
Federal) – são eleitos diretamente para um mandato de quatro anos, sem limite
de mandatos. O número de deputados varia de acordo com a população do estado.
Aos poucos os
sistemas vão se aperfeiçoando e começam a utilizar tecnologias avançadas
pensando na comodidade, agilidade
e segurança.
A Justiça
Eleitoral brasileira não ficou fora dessa e está adotando um sistema de votação
moderno
para as eleições 2010.
O sistema
eleitoral será via digital, isso mesmo o eleitor utilizará uma identificação
digital (identificação
biométrica).
A urna eletrônica
com leitor
biométrico ainda está em fase de testes e cerca de 45
mil eleitores foram cadastrados neste novo sistema de dados que registrou as
imagens das impressões digitais de todos os dedos, além de fotografia do
eleitor.
Segundo o TSE,
por meio desse sistema, o país terá não só a votação mais informatizada como também a
mais segura, já que não haverá dúvidas quanto à identidade de cada eleitor.
No dia da
votação, após a apresentação do documento de identificação (titulo de eleitor, RG ou CNH), sua identidade será ratificada por meio do
reconhecimento biométrico – impressão
digital.
Caso o mesário
tenha dúvidas ou se a digital
não for reconhecida pelo sistema biométrico (reconhece, verificar ou
identificar uma pessoa que foi previamente cadastrada), ele terá, à sua
disposição, a folha de votação contendo as fotos de todos os eleitores daquela
seção. Dessa forma, poderá recorrer a fotografia para
confirmar a identidade do eleitor.
Muitos cidadãos
brasileiros irão participar das eleições pela primeira vez e talvez tenha
dúvida de como votar na
urna eletrônica 2010.
É muito simples, não
tem segredo e se errar tem como corrigir.
Através do simulador de votação do TSE (Tribunal
Superior Eleitoral disponível no site oficial deles, o eleitor
pode simular o voto online
tanto para candidato como para o partido. E mais, ainda dá a opção de voto em
branco.
O intuito é
mostrar a população como é simples, rápido e prático
votar. E mais, você vai se identificar, pois o teclado da urna é similar ao do
telefone.
Não perca tempo e faça já a sua
simulação. Lembrando que no dia 03 de outubro – 1º turno das eleições 2010 você
poderá levar uma colinha com os números dos seus candidatos.

